Fazendo sua cabeça. lálálálá lálálááá

domingo, 31 de julho de 2011


Nesse fim de semana duas propagandas em especiais fizeram a cabeça das pessoas, arrancando sorrisinhos bobos, te fazendo duvidar do que está vendo e se divertindo com a situação. O Assunto rendeu o Trends Topics (TT's) ou o assunto mais comentado e visto pelas pessoas no Twitter.

Estou falando da propaganda da Nissan "Pôneis Malditos" e do Bradesco Seguro "Vai que...". Não sei o que vocês acharam, mas, que elas grudaram na cabeça de várias pessoas que conheço isso é verdade.

A dos "Pôneis Malditos" é genial - e olha que nem é tão bem feita assim - por ser uma musiquinha chata cantada por pôneis fofinhos. Mas, o mais legal é a propaganda na internet com a continuação do vídeo em que o adorável pônei assume uma versão demoníaca e lança "A maldição dos pôneis".

Já a do Bradesco Seguro em uma das séries da campanha "Vai que..." traz um ladrão de carros que rouba um veículo e dentro está o cantor Byafra cantando aquela velha e conhecida música "voar...voar... subir...subir.." o que faz com que nem o bandido aguente e abandone o carro no meio da rua.

Se você ainda não viu confira logo abaixo. Não sei qual maldição é pior a "Pôneis Malditos" ou o "Voar...voar... subir...subir..." que não sai da cabeça.




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Vandalismo destrói quase 80 lixeiras por mês

terça-feira, 26 de julho de 2011



A Prefeitura de Manaus gasta, em média, R$ 16 mil mensais com a reposição de lixeiras plásticas (azuis e amarelas) que são roubadas e/ou quebradas propositalmente, como aconteceu no início desta semana na rua Pará, no bairro São Geraldo (foto).

A Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) é obrigada a repor, em média, 80 lixeiras por mês, ao preço de R$ 200,00 cada, para substituir esses equipamentos urbanos que foram vítimas de vandalismo.

A Semulsp tem aproximadamente 1.800 lixeiras públicas pequenas instaladas em ruas de grande movimento nos bairros, no centro da cidade, praças e parques. Avenidas de grande movimento e tráfego de veículos como a Constantino Nery e Torquato Tapajós, Autaz Mirim, Max Teixeira e Perimetrais não têm grande quantidade desses equipamentos porque o movimento maior nessas vias é de veículos, não de pessoas. “Nos pontos onde existe aglomeração de pessoas, como uma lanchonete, uma praça, sempre há uma lixeira”, aponta o subsecretário da Semulsp, Túlio Kniphoff, que chama atenção, ainda, para o fato de que, quem paga a troca desses objetos é sempre o contribuinte.

- As pessoas precisam entender que o pagamento desses equipamentos urbanos é feito com seu próprio dinheiro, recolhido na forma de impostos municipais. E não é porque se trata de dinheiro público que eles estão autorizados a destruir. Ao contrário, é dever de cada cidadão zelar pelos equipamentos públicos assim como cuidam dos objetos de sua casa, comprados com esforço e dedicação – ensina Kniphoff.

Os prejuízos da Semulsp causados por vandalismo também são registrados em reparos que precisam ser realizados permanentemente nos banheiros públicos e nos terminais de integração onde as louças são arrancadas ou quebradas, etc.

Texto e Foto: Semcom
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Caboclo Ribeirinho

segunda-feira, 25 de julho de 2011


08 Caboclo Ribeirinho.wma (click para ouvir)

No leito do rio, viajo remando,
à luz da poranga no meu Amazonas
Eu sou perreché, caboclo de fé
Pescando o sustento na igarité

No murmúrio da noite é preciso se benzer
nesse beiradão tem visagem e bicho encantado
no perau do rio

Meu paneiro milagreiro nunca foi panema
Traz peixe, pupunha, castanha, marí-marí, tucumã
marrecas e garças sobrevoam as paisagens
é tempo de piracuí e tamuatá no tucupí

Deixe o milagre da vida eclodir
dos ovos nas praias dos rios
pés-de-pincha, pés-de-pincha

Quando as águas beijam a ponte
é tempo de passar o gado, passar o gado

Meu paneiro milagreiro nunca foi panema
meu paneiro nunca foi panema

Sou caboclo ribeirinho
meu sustento é garantido
respeitando a natureza eu enfrento a correnteza

No murmúrio da noite é preciso se benzer
nesse beiradão tem visagem e bicho encantado
no perau do rio

Meu paneiro milagreiro nunca foi panema
Traz peixe, pupunha, castanha, marí-marí, tucumã
marrecas e garças sobrevoam as paisagens
é tempo de piracuí e tamuatá no tucupí

Deixe o milagre da vida eclodir
dos ovos nas praias dos rios
pés-de-pincha, pés-de-pincha

Quando as águas beijam a ponte
é tempo de passar o gado, passar o gado

Meu paneiro milagreiro nunca foi panema
meu paneiro nunca foi panema

Sou caboclo ribeirinho
meu sustento é garantido
respeitando a natureza eu enfrento a correnteza
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Que japinha mais fofa!!!

domingo, 24 de julho de 2011


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...And I go back to

sábado, 23 de julho de 2011



Hoje, 23, o mundo recebeu a notícia da morte de umas das mais talentosas e polêmicas cantoras da atualidade, Amy Winehouse. Com uma voz espetacular e uma vida repleta de altos e baixos, na tarde de hoje a artista de 27 anos foi encontrada morta no seu apartamento em Londres.

As causas da morte ainda são desconhecidas e está sob responsabilidade da família divulgar ou não à imprensa assim que for confirmado pela polícia londrina. Amy deixa milhares de fãs pelo mundo que acompanharam cada música, cada passo, cada soco e cada gole nos palcos.

Não cabe a nós julgar a vida de Amy e todos seus conflitos pessoais e sociais. Tentar entende-la talvez fosse a última coisa que ela gostaria que fizéssemos. Tentar aceitar, muito menos. O que podemos continuar fazendo é ouvir o que ela tinha a nos dizer com suas música, a maioria de própria autoria que são verdadeiros desabafos.

Para os mais críticos fica a discussão das drogas como um problema social e não uma questão marginalizada. Para os fãs fica a saudade de uma interpretação irreverente e uma voz magnífica nos palcos.

Após ter 'morrido centenas de vezes', que Amy finalmente possa descansar e que não tenha ido de volta "ao escuro".

fotos: divulgação
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Feliz Dia do Amigo

quarta-feira, 20 de julho de 2011


Uma das coisas mais legais da vida é ter amigos. Amigos são aquelas pessoas que escolhemos para conviver sem ser por obrigação. São os que compartilham das nossas ideias, ou nem sempre. São os que nos apoiam ou criticam estando certo ou errado. Aqueles que te deixam sem graça em algumas circunstâncias e que levantam tua moral em outras. São aqueles que estão sempre por perto mesmo estando longe. São aqueles que gostam de você como você é. Que te dão puxão de orelha quando você merece e te elogiam quando fez algo bom. Amigos são aqueles...aqueles...



FELIZ DIA DO AMIGO!!!!


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Um pouco do que aconteceu

terça-feira, 19 de julho de 2011


Há alguns dias minha casa foi assaltada. Enquanto todos estavam no trabalho algum ou alguns elementos tiveram a brilhante ideia de invadir nossa casa. Era uma sexta-feira, por volta das 17h eu cheguei sozinha em casa e fui direto para o meu quarto. Num primeiro momento, do portão de casa até o meu quarto, não tinha percebido nada, a não ser um gato que se abriga no quintal da nossa casa assustado.

Ao entrar no meu quarto já achei estranho a luz acessa. Nós nunca deixamos a luz acessa dos quartos para economizar energia. Quando olhei para minha cama, estava apenas o suporte do meu notebook. Na hora pensei que meu irmão tivesse pego para testar algo, então liguei pra ele para perguntar. Ao explicar para ele e ao ouvir sua negativa do outro lado da linha minha ficha começou a cair: tínhamos sido assaltados.

Ele pediu para que eu fosse até o quarto dele verificar se o computador dele estava lá e para minha surpresa, não estava. Comecei a chorar e fui até o quarto dos meus pais que estava todo revirado. As portas do guarda-roupa deles estavam abertas e algumas coisas pareciam fora do lugar. Olhei para a porta da cozinha para tentar identificar por onde eles tinha entrado. Estava tudo fechado. Olhei para a janela da cozinha e vi. A grade de ferro havia sido 'arrancada' e o vidro da janela havia sido quebrado. Um espaço pequeno mas, que facilitou o arrombamento da janela e a entrada dos criminosos.

Na hora senti medo por está sozinha em casa e fui para o pátio com medo de ainda ter alguém em casa. Mas, voltei imediatamente para dá mais uma olhada e tentar identificar o que havia sido roubado. Apenas os computadores. Liguei para os meus pais, meu irmão e segui para o 6ºDIP, que fica aqui no bairro. Chegando lá, os atendentes que fazem o Boletim de Ocorrência (B.O.) já estavam de saída. Para completar ainda houve queda de energia.

Na ocasião relatei o fato como tinha visto ao chegar na minha casa. Até que levei para um tal investigador carimbar o B.O. Este senhor chamado Cláudio Neto, investigador do 6º DIP, questionou o que estava escrito no B.O. dizendo que eu não podia afirmar que o cara tinha quebrado a janela com um "murro". Eu disse que "claro que não podia afirmar nada, a não ser o furto, partindo do princípio que eu não estava em casa. Aquilo era uma dedução". Resumindo, eu estava estressada e o cidadão começou a bater boca comigo até eu sair do local.

Voltamos para casa. No outro dia alguns investigadores apareceram por lá e a perícia também. Estamos no aguardo desse laudo. Enquanto o resultado não fica pronto a gente tenta voltar a nossa rotina normal. Mas, pelo menos por enquanto, ainda não é tão normal assim. Bate um medo ao está se aproximando de casa, onde deveríamos nos sentir seguros. Medo de saber que um estranho (ou nem tão estranho assim) esteve na nossa casa, no nosso quarto, na nossa intimidade.

Algumas pessoas dizem: "ah foram apenas computadores". Sim, foram, mas, ali estavam nossos trabalhos, nossas lembranças, nossos documentos que qualquer uma agora pode estar vendo. E o pior de tudo é saber que ele foi trocado por uma 'cabeça' de alguma coisa.

Imagino que a maioria de vocês que estão lendo já devem ter passado por uma situação parecida. A gente se sente impotente, inseguro, receosos.... O investigador que veio em casa chegou a afirmar para minha mãe que os ladrões podem voltar, porque todos saem para trabalhar. E a gente ainda tem que encarar essa realidade: sair pra trabalhar e não saber o que está acontecendo no nosso lar.

No conjunto onde moro, assim como em tantos outros da nossa cidade, dificilmente, há policiais passando. Mas, como já ouvi dos próprios policiais milhares de vezes nas entrevistas que faço: "não tem como a gente está em todos as casas para proteger né?".

Não sei quanto tempo demora para a gente se recuperar do susto, do choque, do medo, quando vamos parar de chorar e de tremer ao abrir a porta de casa. Mas, enquanto isso não acontece, nossa rotina, assim como de milhares de vítimas continua.... sem respostas!




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