O sono

quinta-feira, 20 de julho de 2017




Moça bonita
Do soninho gostoso
Da pele macia
E um olhar manhoso.

Que dorme serena
Buscando um espaço
Por entre meu corpo
Ganhando afagos.

Moça bonita
Que gostoso que é
Durante os soninhos
Beijinhos, carinhos e cafuné
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Viagem a Parintins: o caminho que nos leva à ilha do boi-bumbá

segunda-feira, 10 de julho de 2017


No Amazonas, além dos tradicionais festejos juninos, o mês de junho traz consigo uma magia especial. No coração da Amazônia, a 445 quilômetros da capital Manaus, uma ilha se enfeita de azul e vermelho para sediar um dos maiores espetáculos culturais a céu aberto do mundo: o Festival Folclórico de Parintins.


Os donos da festa são os bois Garantido (vermelho) e Caprichoso (azul) que por três noites, geralmente no último fim de semana de junho, na arena do “Bumbódromo”, encantam e emocionam torcedores e turistas de diversas partes do mundo que chegam à ilha especialmente para o festival. E a viagem até curtir a festa começa ao sair de casa.

Parintins é um dos municípios mais populosos do Estado com aproximadamente 112,7 mil habitantes,  segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para chegar até a cidade é preciso utilizar o transporte aéreo ou hidroviário, sendo este último o meio mais econômico de viajar durante o período de festa. As passagens áreas durante o festival chegam a triplicar em relação ao valor aplicado durante os demais meses do ano.

Os rios são os caminhos mais longos, porém, mais baratos. Há duas formas de se chegar a Parintins percorrendo o rio Amazonas: de barco que leva até 18 horas de viagem e de lancha “ajatos”, com viagens que duram entre 8h e 10h. Há diferentes modelos de “ajatos”, menores e maiores (geralmente mais confortáveis), com passagens que variam de R$ 180 a R$ 300.

Este ano, minha viagem foi de barco dois dias antes do início do festival. A embarcação escolhida foi o navio N/M Lady Cristina, com passagem de ida no valor variando entre R$ 100 e R$ 150. O ponto de partida é a área da Manaus Moderna, no Centro, popularmente conhecida como “Escadaria”. Por esse valor, é possível encontrar inúmeros barcos nesse local com destino à ilha. Escolhi o “Lady” por já ter viajado nele para outro município.

Conforme programado, o barco partiu de Manaus na quarta-feira, 28, às 19h, sem atraso. Por mais que a viagem seja demorada, é uma ótima opção para o turista que deseja apreciar a natureza e a imensidão do rio Amazonas. Vale ressaltar, que nos barcos a viagem é feita em redes. Então se você espera conforto, não vá de barco. Os camarotes com camas tipo beliche são bem mais caros (No caso do barco que eu fui, o camarote estava custando mais de R$ 1,5 mil com direito a hospedagem nele durante o festival).


Ainda em Manaus, a Capitania dos Portos realiza a fiscalização da embarcação e é feita a contagem dos passageiros. Procedimento chato e cansativo, pois, todos os passageiros têm que descer da embarcação, porém, padrão e necessário para nossa segurança. Como tudo é festa, a maioria dos barcos parte de Manaus já no ritmo de  boi-bumbá com shows que duram a noite toda. No meu caso, um DJ comandou a festa durante boa parte da viagem.

Sem qualquer imprevisto, seguimos viagem tranquilamente pelo rio Amazonas. Da área aberta do barco é possível contemplar o céu limpo de poluição e observar as estrelas. Uma das maiores recompensas da viagem. Nos barcos também são feitas as refeições já inclusas no valor pago. No caso, café da manhã e almoço, produzidos pelas equipes na própria embarcação.

Por volta das 15h30, da quinta-feira, 29, chegamos à ilha da magia e ao longe, ainda do barco, já era possível ver que ela estava fervilhando. Mas isso, vou deixar para contar no próximo post.


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Abrasel Amazonas lança Brasil Sabor 2017

sexta-feira, 19 de maio de 2017


A Edição do Brasil Sabor Amazonas 2017 está imperdível. Nesta quinta-feira, 18, A Associação Brasileira de Bares e Restaurante no Amazonas (Abrasel/AM) reuniu, no Instituto Amazônia, Centro Histórico de Manaus, convidados para conhecer os pratos dos restaurantes que estão participando desta edição. E tem cada maravilha!


Cada restaurante participante prepara um prato a partir da “comida do lugar”, que é um jeito único de se fazer gastronomia valorizando ingredientes encontrados na própria região. Preparos exclusivos, criados para o evento, com preços e promoções diferenciadas que agradam a todos os gostos e bolsos. 

Do Amazonas vem o tucumã, peixes, pupunha, tapioca, açaí, pirarucu, banana e outros ingredientes. A junção de todos esses ingredientes faz surgir a “mandala dos sabores”, um grande círculo representativo da riqueza da gastronomia dos estados.

Aproveitando o espaço para agradecer o convite da presidente estadual, Lilian Guedes, e já me preparando para visitar os estabelecimentos para provar essas comidinhas divinas. Hugo Araújo, parabéns por reunir essa turma de queridos amigos jornalistas.

Foto: Ingrid Anne

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Apaga a Luz!

sexta-feira, 12 de maio de 2017



Fica, mas não permaneça no escuro. 
É um escolha, não opção.
Há luz em todos os cantos.
Para vê-las só é preciso querer.

Apaga a luz se for embora.
Não serei a última a sair.
No decorrer dessas horas
Nenhuma porta irá abrir.

O último viverá a escuridão.
A solidão de noites mal dormidas
A tortura dos quartos escuros
Na longas horas das madrugadas ardidas.

Apaga a luz!
Saí! 



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Jornalista Leandro Tapajós lança livro "50 Kilos Depois"

terça-feira, 21 de março de 2017




Quase 10 anos após emagrecer mais de 50 kg, o jornalista Leandro Tapajós,32, lança o livro “50 Kilos Depois”. O evento será na livraria Saraiva, no Manauara Shopping, em Manaus, às 19h do dia 24 de março deste ano. A cantora Solange Almeida, ex-integrante do Aviões do Forró, assina o prefácio da publicação. “Combater a epidemia da obesidade é algo urgente”, acredita o autor que passou dos mais de 135 para os 80 e poucos kg. 

 Antes de pensar em emagrecer ou se adequar aos padrões de beleza é necessário pensar em saúde, acredita Leandro Tapajós. “É preciso controlar – antes de qualquer coisa – suas angústias, frustrações e seus costumes, pois são eles que nos levam ao sucesso ou fracasso”, afirma. 

 Em uma prosa objetiva, Tapajós narra sua história. Ele conviveu com a obesidade desde criança e ganhou hábitos saudáveis depois de se submeter à sua 16ª cirurgia, uma redução do estômago em 2007.
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Desculpe o transtorno, mas não precisamos falar sobre

terça-feira, 13 de setembro de 2016


O Gregório Duvivier zerou a internet outro dia ao escrever um texto para sua ex-namorada, Clarice. Foi o suficiente para surgirem vários posts, memes, piadas, declarações, mais textões e claro, críticas.

“Desculpe o transtorno” causado por Gregório, ao que tudo indica, foi uma jogada de marketing para o lançamento do seu filme. Sendo ou não, achei assustador e não desejei ser/estar na pele da Clarice.

Diz o bom e velho ditado popular que se ex fosse bom seria presente e eu defendo isso. Vivemos, foi bom, mas ficou lá atrás. Talvez guardado numa caixinha especial, daquelas que escondemos no fundo do baú para não vermos mais.

 Admiração e respeito, talvez, sempre existirão e isso é saudável, até. Mas, sentir falta, da forma que está exposto ali – repito - é assustador.

Não sinto falta do que ficou lá atrás. Gosto do presente e tenho receio do futuro. Meu passado não me atrai (e posso dizer até que nem me orgulha). Já o presente me desafia e é nele que eu foco.

Me desafia combinar um almoço, chegar em casa, não ter nada pronto, eu ficar chateada e perder a razão.

Desafia marcar às 18h e chegar às 19h30 porque fiquei presa numa reunião.

Me agrada a ideia de começar uma academia, mesmo não sabendo ao certo quando devo começar (mas tenho que começar).

Me anima saber que por mais que o dia tenho tido 48 horas, no fim das contas tudo vai estar bem.

Mas o que me deixa muito contente é saber que posso falar disso tudo no presente e não no passado, porque eu não perdi, não deixei passar,

Ainda...

Mas, sobre isso, não precisamos falar.
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Em Manaus, Ivete Sangalo faz show gratuito na Ponta Negra

quinta-feira, 25 de agosto de 2016


Longe dos palcos manauaras desde 2014, a rainha Ivete Sangalo, volta a se apresentar na capital amazonense no próximo sábado, 27. E o retorno da “presidenta” será em grande estilo. Isso porque Veveta, como carinhosamente é chamada pelos fãs, fará uma apresentação durante o lançamento do “Amazonia Live”, projeto socioambiental do Rock In Rio, que ocorrerá num palco flutuante montado no meio do Rio Negro, em Manaus.

Ivete se apresentará ao lado de convidados especiais como o tenor espanhol Plácido Domingo, e o guitarrista Andreas Kisser, além da Orquestra Filarmônica do Amazonas. O evento – que é exclusivo para convidados do Rock In Rio - marca também a abertura para a edição do festival que ocorrerá em 2017, no Rio de Janeiro. O Multishow fará a transmissão ao vivo do “Amazonia Live”.

Para não deixar os “zamuris” a ver navio e para que eles possam matar a saudade de “mainha”, Ivete Sangalo fará um show gratuito na Praia da Ponta Negra, às margens do Rio Negro. Para isso, um palco de 400 m² já está sendo montado na areia e a estrutura está sendo finalizada. A previsão, é que Ivete encerre sua apresentação no palco flutuante no rio Negro e siga para a Ponta Negra, onde fará o show após a transmissão.


Então, é só marcar na agenda. Dia 27 de agosto, a partir das 15h o ponto de encontro será na Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus. Além de Ivetes, bandas locais participarão deste grande evento. E eu, claro, estarei lá. 
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Espetáculo teatral “A última dança de Cátia Bolerão”estreia nesta sexta-feira

quarta-feira, 24 de agosto de 2016


Olha a dica teatral para essa sexta-feira.

Comemorando dez anos de atividades, a Cia de Atores Escalafobéticos estreia a peça “A última dança de Cátia Bolerão”. Contemplada pelo edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais 2015, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), a obra narra uma tragédia urbana escrita pelo dramaturgo amazonense Álvaro Braga. A peça será encenada nesta sexta-feira, 26, em duas sessões com entrada gratuita, às 18h e 20h, no Teatro Gebes Medeiros. 
Foto: Eduardo Gomes

Dirigida pelo ator e diretor da companhia, Wallace Abreu, a montagem do espetáculo marca o início dos estudos do diretor sobre a obra dramatúrgica de Álvaro Braga, que deverá tornar-se objeto de sua tese de doutorado. Abreu dedica-se academicamente ao estudo, registro e valorização da produção literária dramatúrgica amazonense. Em sua dissertação de mestrado, desenvolveu uma análise da obra do também dramaturgo amazonense Sergio Cardoso. 

“É necessário esse registro acadêmico sobre a obra de importantes dramaturgos que temos ou tivemos em nossa cidade. Precisamos nos preocupar com o registro da nossa produção cultural para que esta não se perca ou seja esquecida. Assim como Sergio Cardoso e outros, Álvaro Braga é um nome que precisa ser lembrado, e que possui um número considerado de obras dramatúrgicas que merecem ser analisadas e interpretadas”, destacou Abreu. 

Cátia Bolerão é o último texto dramatúrgico escrito por Álvaro Braga, que nasceu em Manaus no dia 20 de julho de 1951. Iniciou sua breve carreira no teatro profissional em 1972, como ator. Em 1974 fundou o TCP (Teatro de Cultura Popular), mais tarde denominado “Grupo de Teatro Paschoal Carlos Magno”. Além de ator, diretor teatral e dramaturgo, Álvaro Braga atuou também como jornalista e produtor de tv. Faleceu em 1983, aos 32 anos. 

Contrapartida 

O projeto contou ainda com a realização de oficinas voltadas para atores iniciantes e não atores. “É muito importante pensar na formação cultural das novas gerações. Pensar na formação de novos artistas. Temos muitos jovens ociosos e o teatro é uma importante ferramenta social e educacional. Além disso, muitos sonham em fazer parte deste meio, e nada mais justo que após dez anos de um momento em que uma porta se abriu pra mim, eu possa voltar e abri-la para dar espaço a novos talentos. O palco dos Escalafobéticos sempre teve essa característica e nesse momento, não poderia ser diferente. Estamos trazendo ao palco de Cátia Bolerão uma mescla de atores já experientes que formam o elenco fixo do grupo, com atores novos, que saíram dessas oficinas realizadas”, explicou Wallace Abreu. 

SERVIÇO

O que: A última dança de Cátia Bolerão 

Onde: Teatro Gebes Medeiros (Av. Eduardo Ribeiro– Ideal Clube– Centro) 

Quando: Sexta-feira, 26 de agosto de 2016 Horários: 18h e 20h 

Quanto: ENTRADA GRATUITA
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